domingo, 12 de outubro de 2008

Entrevista com Carol Morena pro Lado [R]


Entre os dias 14 e 19 desse mês rolará na sempre bela e aconchegante João Pessoa[PB] o Festival Mundo. O festival que já está na sua 4ª edição, coloca de vez a cidade na rota dos principais festivais “independentes” do país. Batemos um papo com uma das organizadora do evento, Carol Morena. Carol é fanzineira das antigas e nutre um contato de longa data com a família[R].


Ela nos forneceu algumas impressões e expectativas sobre a edição desse ano...


Quais as novidades pra edição desse ano do festival? 
A programação paralela aos shows, as oficinas, debates, exposição, mostra de vídeo. Nós damos uma atenção a isso todos os anos, mas esse ano conseguimos realmente fechar uma programação ótima dessas atividades. Além disso focamos muito mais nos shows em si, demos uma enxugada nas bandas e tudo indica que realmente foi a melhor opção pra logística do Festival Mundo. A mostra de vídeo, ao contrário dos anos anteriores, será nos intervalos dos shows, porque dá para centralizar as atenções do público muito melhor e ao mesmo tempo resolve o problema da troca de bandas. 

Achei bacana enveredar por esses caminhos. No sentido de pensar o festival como um grande encontro criativo. Você poderia falar um pouco do que vai rolar nas oficinas, debates e exposições?
 
É, essa sempre foi uma das grandes preocupações da gente. As oficinas serão duas, de home studio e produção de vídeo clipe com baixo custo. Todos os dois temas nós vimos que realmente são importantes pra solidificação da produção cultural daqui, e é tudo muito dentro da realidade local: gravação em casa, que é o que acaba rolando com muitas bandas, e gravação de vídeo clipe com baixo custo, já que ninguém tem muita grana para investir, mas procura formas de produzir mesmo assim. Os dois debates serão ótimos, escolhemos pessoas realmente inseridas no circuito independente pra falar sobre ele. No primeiro teremos Bruno Nogueira (PE) e Marcus Alves (PB, para falar sobre mercado, o que aconteceu nos últimos 10 anos com a música e repensar sistemas de produção da música independente. O outro é com os meninos do Macaco Bong (MT), que vão compartilhar a experiência deles no Espaço Cubo, como fizeram, junto com o pessoal de lá, pra implantar na cidade deles esse circuito de bandas, um festival (Calango), que hoje é um dos maiores do país, e, principalmente, trocar figurinha com as bandas daqui sobre profissionalização e o trabalho de uma banda realmente. Eles são uma das bandas hoje que mais tocam em festivais, respeitados não só pela articulação, mas pelo show também, é legal pras bandas locais trocarem experiências.

Falando no pessoal do Macaco Bong, militantes da cultura do fanzine e de seus desdobramentos criativos... Como anda o fanzinato aí em Jampa? 
O negocio pro lado dos zines por aqui sempre foi meio parado, né? Tinha o meu, que tirou férias prolongadas há uns dois anos, mas que eu to na instiga pra fazer de novo e, ‘tcharans’, pode ser que role antes do festival. Fora isso, na universidade sempre tem uma galera interessada, ministrei umas oficinas de fanzine, o pessoal fica instigado, mas é difícil rolar algo certo. As vezes rola, as vezes não... Aqui não tem mais nenhum zine que a galera conheça mesmo, tipo o Lado[R] aí em natal, sabe?
 

Mas João Pessoa tem a presença de grandes fanzineiros, posso citar o professor Henrique Magalhães, Jesuíno André do Ladonorte, Olga Costa e muitos outros. Parece que jampa respira essa vivência rockeira. O festival mundo é um exemplo disso. Cada um fazendo dentro das suas possibilidades...
 
Bom... nem Olga, nem Jesuíno produzem zines impressos mais. Jesuíno ta cuidando junto com um poessoal de um site ótimo, que é o Ladonorte, que você citou... Mas fanzine mesmo não tá rolando. Só Henrique que nunca parou de produzir mesmo, na sua editora, a marca de fantasia. Os zines dele são sobre quadrinhos e são muito bem feitos!
Você ainda acredita naquela máxima: Fanzine de verdade é fanzine de papel? 
Sempre. Acabei de lembrar de uma frase que um grande amigo meu disse: "me mostre um zine que não é impresso que eu te mostro uma nota de três reais”. O que se tem na internet, os blogs e tudo mais, são ótimos, dou o maior apoio e força, mas não são fanzines, são outra coisa. Zine é aquilo que a gente pega, põe na bolsa, leva pra casa, que o editor se preocupou em fazer cópia, em divulgar, em enviar pras pessoas, entende? O Lado [R] é sempre parceiro. Vi o zine nascer e gosto muito do rumo que a coisa tomou. 


Concordamos e engordamos a aposta. O que a galera pode esperar dessa edição do festival mundo?
 
Bom, nessa edição do Festival Mundo vocês podem esperar ótimos shows e um ótimo clima. Estamos muito orgulhosos da nossa escalação, apostamos mesmo em shows bons. 


Massa! Nos vemos por lá!!!
 


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

VT promocional 30" da 4ª edição do Festival Mundo 2008

Direção de arte: Rayan Lins
Edição: Felipe Lima


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Jornal Paraíba Mais


Mês do rock nroll
A chegada de outubro traz à Paraíba a expectativa das comemorações do mês do rock n’ roll. Em João Pessoa, a data oficial desta celebração é o dia 10 de outubro, que, este ano, fomenta a realização de dois festivais independentes. 

A cena paraibana do rock vem ganhando solidez devido à disseminação de conteúdo através da internet. Não apenas pela divulgação da produção musical do Estado, mas também pelo contato com outras bandas nacionais; pela publicação de trabalhos de artistas e jornalistas da cena alternativa; pelos blogs e listas de discussões, dedicadas exclusivamente ao assunto e, pela integração nacional entre os produtores de eventos independentes. 

Todas estas atividades de distribuir e absorver informações acabam gerando um meio cultural mais conciso que estimula as produções alternativas de arte e o surgimento de novas bandas.

Os festivais, por sua vez, são o meio mais eficiente de divulgar estes novos grupos musicais e de reunir os frutos artísticos de todo o país. Na Paraíba, o ‘Festival Mundo’ e o ‘Aumenta que é Rock’ são os dois maiores eventos com esse perfil. Idealizado por jovens, o primeiro, realiza em 2008 sua 4° edição e o segundo, produzido por Marcos Thomaz, Eliseu Lins e Thiago Oliveira, acontece pelo terceiro ano. Para participar, as bandas da Paraíba têm de entregar algum material musical, no prazo determinado pelas devidas produções. 

Após um processo de triagem, a equipe define quais bandas estão selecionadas. Dependendo do festival, elas passam pelo voto popular e posteriormente por uma avaliação técnica da equipe organizadora para, enfim, concluir o processo de escolha. 

Paralelamente, são convidadas para o evento bandas do circuito alternativo de outros lugares do Brasil. A cada edição, novidades são introduzidas nas suas respectivas programações. Contudo, fazer este tipo de evento envolve muitas dificuldades.

De acordo com umas das produtoras do ‘Festival Mundo’, Carolina Morena, o principal obstáculo é a dificuldade de conseguir patrocínio. Apesar de existirem alternativas públicas como o Fundo de Incentivo a Cultura Augusto dos Anjos (FIC), estes festivais dificilmente são contemplados. “Editais como o FIC são muito restritos. Na maioria das vezes eles priorizam algo que envolva música popular e você sente que falta abertura do governo e da prefeitura para os eventos alternativos, para algo que não seja MPB”, opina.

A ajuda privada é igualmente difícil. “As empresas preferem financiar shows como Chiclete com Banana, por exemplo, do que financiar um evento de bandas desconhecidas. Falta uma percepção de que este trabalho é feito com seriedade, tem organização e logística igual à de shows maiores”, defende a produtora que também faz parte de uma banda paraibana. 

Devido às dificuldades de fazer festivais independentes, a amizade com produtores de outros Estados torna-se fundamental. “Procuramos trazer bandas de fora da Paraíba que sejam mais acessíveis. Quando não dá para financiar os gastos com hospedagem e alimentação nós negociamos. Entramos em contato com produtores de Estados vizinhos e organizamos uma espécie de turnê da banda, assim dá pra dividir os gastos”, explica Carolina.

Segundo Diogo Galvão, convidado a integrar a equipe de produção do Aumenta que é Rock deste ano, isto acontece porque João Pessoa ainda não tem uma produção tão forte quanto Recife e Natal, por exemplo. “Até pela geografia ficamos entre dois estados que têm essa ‘cena’ muito mais consolidada, por isso fica mais fácil trazer bandas se o produtor tem mais influência”, diz Galvão.

O caminho das pedras também é trilhado pelas bandas. De acordo com o baixista da banda pessoense Afetamina, Bruno Lima, a grande dificuldade é, sem dúvidas, a falta de recurso. “Tudo é bastante caro, desde a compra dos instrumentos, os ensaios em estúdio, até a gravação de demos. O investimento é alto e, se mal investido, o retorno é zero”, afirma.

Autor: Danielly Almeida especial para o JPM

Senhor F


Festival Mundo, em João Pessoa, anuncia programação oficial


O Festival Mundo acontece em João Pessoa, de 14 a 19 de outubro, com shows, oficinas, debates e outras atividades. “O festival surgiu em 2005, num momento de marasmo e comodismo por qual João Pessoa passava, e logo chamou atenção como um festival corajoso e pioneiro na cidade, por somar à música outras formas de expressões artísticas, carregando no próprio nome conotações que remetem à diversidade cultural e integração”, definiu o site Lado Norte. Ano após ano, o festival firmou-se como principal vitrine da produção independente da capital paraibana, e hoje, quatro anos depois, anuncia programação que pode ser conferida no site oficial do festival. (Da Redação)

- Veja aqui a programação completa.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Camisetas à venda. Adquira a sua!

Camisetas do Festival Mundo já à venda. Modelos masculino e feminino (babylook).
Como comprar: festivalmundo@gmail.com
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Link Musical - 26 de setembro de 2008

Confira programação do Festival Mundo 2008




Essa semana a organização da quarta edição do Festival Mundo, que acontece em João Pessoa (PB), divulgou a programação do evento. Entre os dias 14 e 19 de outubro, o festival promove debates, exposição de artes, mostra de audiovisual e dois dias de shows. Entre as bandas está a pernambucana Sweet Fanny Adams. 

Confira a programação completa. 

Sexta – 17/10 - A partir das 19hrs

Macaco Bong (MT)
Cabaret (RJ)
Calistoga (RN)
Sem Horas (PB)
Camarones Orquesta Guitarrística (RN)
Outona (PB)


Sábado – 18/10 - A partir das 19hrs

Cabruêra (PB)
Burro Morto (PB)
Sweet Fanny Adams (PE)
O Garfo (CE)
Nublado (PB)
Elmo (PB)
Cerva Grátis (PB)


MOSTRA AUDIOVISUAL
A mostra audiovisual exibirá a evolução do rock em João Pessoa, com documentários e videoclipes de bandas locais, com destaque para o lançamento do primeiro videoclipe da banda paraibana Burro Morto, além de exibição de curtas-metragens. 

Data: 17 e 18 de outubro Horário: A partir das 20hrs, durante os quatro primeiros intervalos dos shows Local: Galpão 14 (Centro Histórico) Curadoria: Carlos Dowling 

OFICINAS
Em parceria com o SEBRAE-PB, o Festival Mundo buscou atender temas diretamente ligados às reais necessidades de quem produz e divulga música, sempre focados na realidade de trabalho local. 

Home Studio
Data: 18 e 19 de outubro (sábado e domingo)
Local: Estúdio 24h (Praça Antenor Navarro - Centro Histórico)
Horário: 14h às 18h (carga horária de 8hrs)
Inscrições Gratuitas | 10 vagas
 

Conteúdo: Oficina musical básica sobre técnicas de gravação, edição e mixagem em um computador pessoal; noções de hardwares e softwares; pré-produção; dicas e truques. 

Ministrantes:
Leo Marinho, Ruy Neto e Daniel - Sócios do Estúdio 24 (PB).
Haley - Técnico do Estúdio Peixe-Boi (PB).
(Todos são também músicos e integram a banda Burro Morto - PB). 

Produção de videoclipe com baixo orçamento
Data: 14 a 17 de outubro
Local: Ksa Rock (R. Duque de Caxias, nº73, Centro)
Horário: 15h às 19h (carga horária de 12hrs)
Inscrições Gratuitas | 15 vagas
 

Conteúdo: Estética de som/imagem; edição; manejo de equipamento; como trabalhar com baixos orçamentos e, como resultado, início de produção de um vídeo clipe com a turma. 

Ministrante:
Carlos Dowling - Cineasta e Presidente da ABD-PB (Associação Brasileira de Documentaristas).
Atenção - Inscrições para oficinas pelos e-mail festivalmundo@gmail.com até dia 11 de outubro. 

EXPOSIÇÃO
Exposição coletiva, com 8 artistas locais, refletindo a produção contemporânea de artes visuais.
Curadoria: Fabio Queiroz
Datas:
Vernissage: 16 de outubro | 16hrs.
Exposição aberta de 16 à 31 de outubro.
Local: Casarão IAB (Centro Histórico)
Horário: das 14 às 18hrs.
Entrada gratuita

DEBATES
Discutir funções, rumos e facilitar a troca de experiências, essenciais para ampliação de visões de mercado. Os debates acontecerão durante toda a tarde de sábado, e terá como publico principal os artistas locais e interessados em produção de música independente. 

I- Profissionalização de bandas no mercado independente
Data: 18 de outubro
Local: Intoca (Centro Histórico)
Horário: 14h às 16h
Vagas: 30
Gratuito
 

Conteúdo: Explanação e debate sobre o mercado independente e suas tendências; dicas de produção e divulgação para bandas novas; circuito de casas de shows e festivais independentes no Brasil; intercâmbio e troca de experiências; caminhos para sobreviver e crescer no independente, tomando como base a experiência da banda Macaco Bong (MT). 

Convidados: Bruno Kayapy, Ynaiã Benthroldo e Ney Hugo - Integrantes da banda Macaco Bong (MT) e fazem parte do Instituto Cultural Espaço Cubo, onde são produtores musicais e co-realizadores de eventos e festivais. Também são militantes da Volume (Voluntários da Música).

II- Rock: contracultura e produto de mercado
Data: 18 de outubro
Local: Intoca (Centro Histórico)
Horário: 16h às 18h
Vagas: 30 vagas
Gratuito
 

Conteúdo: Pontos de vista sobre o que aconteceu efetivamente nos últimos 10 anos e o que há por vir; Rumos da indústria fonográfica e a produção independente deste gênero de música que revolucionou o mundo. 

Convidados:
Bruno Nogueira (PE) - Jornalista especializado em crítica cultural e mestre em comunicação social, onde desenvolveu pesquisa sobre indústria fonográfica e internet. Trabalhou na Folha de Pernambuco, Jornal do Comércio e está no Diário de Pernambuco. Colaborou com as revistas Continente Multicultural e Coquetel Molotov e é um dos colaboradores do site RecifeRock. Cobriu alguns dos principais festivais do país. Fez curadoria para o Abril Pro Rock 2008 e para o projeto Pátio do Rock. Foi professor da Faculdade Barros Melo (Aeso). Possui o blog Pop Up! sobre música e cultura pop. 

Marcus Alves (PB) - Jornalista, Mestre em Comunicação Social e Doutor em Sociologia. Desenvolveu pesquisas sobre a cultura pop/rock do Brasil nos anos 80. Autor do livro “Cultura rock e arte de massa”. É professor da Faculdade IESP, no curso de publicidade e propaganda. Foi professor do curso de extensão sobre “Pop/rock e a cultura brasileira” na faculdade IESP.

Link Musical - 2 de outubro de 2008

Mudança na programação do Festival Mundo 2008


A organização da quarta edição do Festival Mundo, que acontece em João Pessoa (PB), já divulgou mudanças na programação do evento. A banda paraibana Sem Horas cancelou a apresentação essa semana e a produção do festival já está em processo de escolha de uma nova banda. 

Entre os dias 14 e 19 de outubro, o festival promove debates, exposição de artes, mostra de audiovisual, oficinas em parceria com o SEBRAE-PB e dois dias de shows. Entre as bandas está a pernambucana Sweet Fanny Adams. O estado também está representado com a participação do jornalista Bruno Nogueira no debate Rock: contracultura e produto de mercado. 

Na mostra audiovisual exibirá a evolução do rock em João Pessoa, com documentários e videoclipes de bandas locais, com destaque para o lançamento do primeiro videoclipe da banda paraibana Burro Morto, além de exibição de curtas-metragens. Os debates acontecerão durante toda a tarde de sábado, e terá como publico principal os artistas locais e interessados em produção de música independente. 

Confira a programação completa do Festival Mundo 2008 aqui no Link Musical.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Correio da Paraíba - 2 de outubro de 2008

Quinta, 2 de Outubro de 2008 - 09h00

Star 61 vai pro lugar do Sem Horas

Chegou aos ouvidos do colunista a informação (já checada) de que, “por motivos internos”, a banda Sem Horas, mesmo depois de ter confirmado sua participação no Mundo 2008, optou por não mais participar do festival.
Cá com meus botões de carne, plástico e osso, acho que o Sem Horas deveria participar, sim, do Mundo, já que é uma banda emergente, tocou no KSA Rock, vê seu público local crescento e o festival coordenado por Rayan Lins é um dos melhores acontecimentos da cena alternativa cultural nordestina. Mas, respeitemos os “motivos internos” da rapaziada do Sem Horas. Afinal, a estrada é grande pela frente. É aquela beatliana “long and winding road”. 
Rapidamente, a coordenação do Mundo já preencheu o espaço momentaneamente vazio no dia 17 (o primeiro do festival): o Star 61 vai pro lugar do Sem Horas.
Com certeza, pelo que conheço do “band leader”, o vocalista Flaviano André, o Star 61 vai arrebentar no Mundo 2008, com seu energético “glam rock”. Não custa recordar que Star 61 causou caras e bocas nacionais em 2005, como um dos finalistas do Claro que é Rock. Flaviano, Thiago Sombra, Rieg Wasa, Ruy Neto e Herlon Rocha estavam um tanto reclusos em estúdio até lançar, na semana passada, o terceiro EP da banda, “Você não sabe o que perdeu”. Anteontem mesmo, no Recife, eles gravaram na eliminatória do festival nacional Gassound.

No mais, não ‘tô indo embora e desejo todo o sucesso do planeta a Rayan, Calorina e todos os que fazem o Mundo 2008;

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Saiu melhor que a encomenda!

Cancelado show do Sem horas no FM2008
Por motivos internos (que não valem a pena serem citados), a banda Sem Horas, mesmo após ter confirmado sua participação no Festival Mundo 2008, cancelou no dia 25, a sua apresentação.

Star 61 confirmado e programação definitivamente fechada!

Em compensação, o Festival Mundo trás uma atração já conhecida de longa data do público paraibano, tanto pelo seu som energético, quanto pelas performances do vocalista Flaviano durante os shows. A Star 61, que estourou nacionalmente em 2005 como um dos finalistas do festival "Claro que é Rock" e estava reclusa em estúdio a algum tempo, acaba de lançar seu terceiro EP, 'Você Não Sabe o que Perdeu' e está participando da eliminatória do Festival Gassound. Flaviano André (vocal e guitarra), Thiago Sombra (baixo), Rieg Wasa (guitarra), Ruy Neto (bateria) e Herlon Rocha (teclado) tocam ainda no Festival DoSol desse ano, em Natal (RN).

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Destaque

Programação do Festival Mundo 2008 e entrevista com Carol e Rayan no blog Pop Up! é destaque no Yahoo: http://www.yahooposts.com/categorias/16_1.html
Bruno Nogueira nos confessou que foram tanto acessos que o contador do blog pirou!