terça-feira, 14 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Jornal A União - 07 de outubro de 2008
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| 07 de outubro de 2008 | |
| O Dia do Rock é comemorado mundialmente em 13 de julho desde 1985. Em João Pessoa, o rock ganhou uma data específica desde 2007. Desde o ano passado o dia 10 de outubro foi instituído no calendário da cidade como Dia Municipal do Rock. O projeto de lei é de autoria do vereador Flávio Eduardo Fuba. Este ano as comemorações municipais se estendem durante todo o mês de outubro, com a realização de dois importantes festivais de rock: Festival Mundo e o Aumenta que é Rock. O primeiro já está com sua programação toda definida e abre o mês do rock na cidade das Acácias. "Acho legal a iniciativa, é bom termos uma data especial para o rock em João Pessoa. É uma oportunidade para todos celebrarem esse gênero musical que revolucionou o mundo", diz Rayan Lins, um dos produtores do Festival Mundo, que acontece no Galpão 14, entre 14 e 19 de outubro. O Festival Mundo surgiu em 2005. Além da mostra musical, uma de suas características principais é somar à música outras formas de expressões artísticas, carregando no próprio nome conotações que remetem à diversidade cultural e integração. Ano após ano, o festival firmou-se como principal vitrine da produção independente da Capital paraibana, e hoje, quatro anos depois, anuncia programação para a edição de 2008. Será uma semana repleta de opções. São oficinas, debates, exposição de artes coletivas, mostra audiovisual e shows, atraindo a atenção de jornalistas, músicos, artistas plásticos, videastas e público interessado para a cidade e sua produção. Toda essa programação (ver box com a programação detalhada), porém, para ser definida, teve que enfrentar muitos desafios que não podem ser ultrapassados apenas com a instituição de uma data municipal do rock, como declara o produtor Rayan Lins. "Acho que uma data municipal do rock é muito pouco perto do que se tem pra fazer pelo rock na cidade. Os editais de incentivo à cultura precisam ser reformulados urgente. De maneira que possam contemplar de forma mais abrangente a cultura do município e do estado", observa. E continua. "Temos uma diversidade cultural fantástica aqui, mas que não tem voz nesses editais. E o rock apesar de sempre levantar a bandeira do independente e do faça você mesmo não tem porque ficar de fora disto. É um dinheiro público que poderia estar sendo mais bem empregado", conclui. Em duas noites de shows, vão passar por João Pessoa, 13 bandas de sete estados diferentes: Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Rio de Janeiro e Mato Grosso. Essa diversidade regional e de atividades diferentes revela como o Festival tem gás para crescer ainda mais. Porém, antes de um crescimento sem planejamento, para Lins, é necessário sensibilizar a iniciativa privada a investir em iniciativas como essa. "O Festival Mundo sempre buscou um perfil mais multimídia, de forma que integrasse outras formas de arte e colocasse em pauta discussões que possam melhorar o cenário independente local. Estamos crescendo, mas as dificuldades continuam as mesmas e a principal delas é sempre apoio, patrocínio!", observa o produtor. Lins enfatiza essa conclusão afirmando que o fato de João Pessoa não possuir sedes de grandes empresas acaba dificultando uma "apresentação de maneira decente do projeto. As empresas locais ou desacreditam totalmente em investimentos de marketing cultural ou investem apenas no que é de gosto da grande massa", conclui. Segundo o produtor, para entender melhor como isso funciona, o Festival Mundo estará se associando à Abrafin - Associação Brasileira de Festivais Independentes - da qual fazem parte os festivais mais importantes do País. Calina Bispo repórter http://www.auniao.pb.gov.br/v2/index.php?option=com_content&task=view&id=18678&Itemid=35 |
domingo, 12 de outubro de 2008
Entrevista com Carol Morena pro Lado [R]
Ela nos forneceu algumas impressões e expectativas sobre a edição desse ano...
Quais as novidades pra edição desse ano do festival?
A programação paralela aos shows, as oficinas, debates, exposição, mostra de vídeo. Nós damos uma atenção a isso todos os anos, mas esse ano conseguimos realmente fechar uma programação ótima dessas atividades. Além disso focamos muito mais nos shows em si, demos uma enxugada nas bandas e tudo indica que realmente foi a melhor opção pra logística do Festival Mundo. A mostra de vídeo, ao contrário dos anos anteriores, será nos intervalos dos shows, porque dá para centralizar as atenções do público muito melhor e ao mesmo tempo resolve o problema da troca de bandas.
Achei bacana enveredar por esses caminhos. No sentido de pensar o festival como um grande encontro criativo. Você poderia falar um pouco do que vai rolar nas oficinas, debates e exposições?
É, essa sempre foi uma das grandes preocupações da gente. As oficinas serão duas, de home studio e produção de vídeo clipe com baixo custo. Todos os dois temas nós vimos que realmente são importantes pra solidificação da produção cultural daqui, e é tudo muito dentro da realidade local: gravação em casa, que é o que acaba rolando com muitas bandas, e gravação de vídeo clipe com baixo custo, já que ninguém tem muita grana para investir, mas procura formas de produzir mesmo assim. Os dois debates serão ótimos, escolhemos pessoas realmente inseridas no circuito independente pra falar sobre ele. No primeiro teremos Bruno Nogueira (PE) e Marcus Alves (PB, para falar sobre mercado, o que aconteceu nos últimos 10 anos com a música e repensar sistemas de produção da música independente. O outro é com os meninos do Macaco Bong (MT), que vão compartilhar a experiência deles no Espaço Cubo, como fizeram, junto com o pessoal de lá, pra implantar na cidade deles esse circuito de bandas, um festival (Calango), que hoje é um dos maiores do país, e, principalmente, trocar figurinha com as bandas daqui sobre profissionalização e o trabalho de uma banda realmente. Eles são uma das bandas hoje que mais tocam em festivais, respeitados não só pela articulação, mas pelo show também, é legal pras bandas locais trocarem experiências.
O negocio pro lado dos zines por aqui sempre foi meio parado, né? Tinha o meu, que tirou férias prolongadas há uns dois anos, mas que eu to na instiga pra fazer de novo e, ‘tcharans’, pode ser que role antes do festival. Fora isso, na universidade sempre tem uma galera interessada, ministrei umas oficinas de fanzine, o pessoal fica instigado, mas é difícil rolar algo certo. As vezes rola, as vezes não... Aqui não tem mais nenhum zine que a galera conheça mesmo, tipo o Lado[R] aí em natal, sabe?
Mas João Pessoa tem a presença de grandes fanzineiros, posso citar o professor Henrique Magalhães, Jesuíno André do Ladonorte, Olga Costa e muitos outros. Parece que jampa respira essa vivência rockeira. O festival mundo é um exemplo disso. Cada um fazendo dentro das suas possibilidades...
Bom... nem Olga, nem Jesuíno produzem zines impressos mais. Jesuíno ta cuidando junto com um poessoal de um site ótimo, que é o Ladonorte, que você citou... Mas fanzine mesmo não tá rolando. Só Henrique que nunca parou de produzir mesmo, na sua editora, a marca de fantasia. Os zines dele são sobre quadrinhos e são muito bem feitos!
Sempre. Acabei de lembrar de uma frase que um grande amigo meu disse: "me mostre um zine que não é impresso que eu te mostro uma nota de três reais”. O que se tem na internet, os blogs e tudo mais, são ótimos, dou o maior apoio e força, mas não são fanzines, são outra coisa. Zine é aquilo que a gente pega, põe na bolsa, leva pra casa, que o editor se preocupou em fazer cópia, em divulgar, em enviar pras pessoas, entende? O Lado [R] é sempre parceiro. Vi o zine nascer e gosto muito do rumo que a coisa tomou.
Concordamos e engordamos a aposta. O que a galera pode esperar dessa edição do festival mundo?
Bom, nessa edição do Festival Mundo vocês podem esperar ótimos shows e um ótimo clima. Estamos muito orgulhosos da nossa escalação, apostamos mesmo em shows bons.
Massa! Nos vemos por lá!!!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Jornal Paraíba Mais
A cena paraibana do rock vem ganhando solidez devido à disseminação de conteúdo através da internet. Não apenas pela divulgação da produção musical do Estado, mas também pelo contato com outras bandas nacionais; pela publicação de trabalhos de artistas e jornalistas da cena alternativa; pelos blogs e listas de discussões, dedicadas exclusivamente ao assunto e, pela integração nacional entre os produtores de eventos independentes.
Todas estas atividades de distribuir e absorver informações acabam gerando um meio cultural mais conciso que estimula as produções alternativas de arte e o surgimento de novas bandas.
Os festivais, por sua vez, são o meio mais eficiente de divulgar estes novos grupos musicais e de reunir os frutos artísticos de todo o país. Na Paraíba, o ‘Festival Mundo’ e o ‘Aumenta que é Rock’ são os dois maiores eventos com esse perfil. Idealizado por jovens, o primeiro, realiza em 2008 sua 4° edição e o segundo, produzido por Marcos Thomaz, Eliseu Lins e Thiago Oliveira, acontece pelo terceiro ano. Para participar, as bandas da Paraíba têm de entregar algum material musical, no prazo determinado pelas devidas produções.
Após um processo de triagem, a equipe define quais bandas estão selecionadas. Dependendo do festival, elas passam pelo voto popular e posteriormente por uma avaliação técnica da equipe organizadora para, enfim, concluir o processo de escolha.
Paralelamente, são convidadas para o evento bandas do circuito alternativo de outros lugares do Brasil. A cada edição, novidades são introduzidas nas suas respectivas programações. Contudo, fazer este tipo de evento envolve muitas dificuldades.
De acordo com umas das produtoras do ‘Festival Mundo’, Carolina Morena, o principal obstáculo é a dificuldade de conseguir patrocínio. Apesar de existirem alternativas públicas como o Fundo de Incentivo a Cultura Augusto dos Anjos (FIC), estes festivais dificilmente são contemplados. “Editais como o FIC são muito restritos. Na maioria das vezes eles priorizam algo que envolva música popular e você sente que falta abertura do governo e da prefeitura para os eventos alternativos, para algo que não seja MPB”, opina.
A ajuda privada é igualmente difícil. “As empresas preferem financiar shows como Chiclete com Banana, por exemplo, do que financiar um evento de bandas desconhecidas. Falta uma percepção de que este trabalho é feito com seriedade, tem organização e logística igual à de shows maiores”, defende a produtora que também faz parte de uma banda paraibana.
Devido às dificuldades de fazer festivais independentes, a amizade com produtores de outros Estados torna-se fundamental. “Procuramos trazer bandas de fora da Paraíba que sejam mais acessíveis. Quando não dá para financiar os gastos com hospedagem e alimentação nós negociamos. Entramos em contato com produtores de Estados vizinhos e organizamos uma espécie de turnê da banda, assim dá pra dividir os gastos”, explica Carolina.
Segundo Diogo Galvão, convidado a integrar a equipe de produção do Aumenta que é Rock deste ano, isto acontece porque João Pessoa ainda não tem uma produção tão forte quanto Recife e Natal, por exemplo. “Até pela geografia ficamos entre dois estados que têm essa ‘cena’ muito mais consolidada, por isso fica mais fácil trazer bandas se o produtor tem mais influência”, diz Galvão.
O caminho das pedras também é trilhado pelas bandas. De acordo com o baixista da banda pessoense Afetamina, Bruno Lima, a grande dificuldade é, sem dúvidas, a falta de recurso. “Tudo é bastante caro, desde a compra dos instrumentos, os ensaios em estúdio, até a gravação de demos. O investimento é alto e, se mal investido, o retorno é zero”, afirma.
Autor: Danielly Almeida especial para o JPM
Senhor F
- Veja aqui a programação completa.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Camisetas à venda. Adquira a sua!
Link Musical - 26 de setembro de 2008
Confira programação do Festival Mundo 2008

Essa semana a organização da quarta edição do Festival Mundo, que acontece em João Pessoa (PB), divulgou a programação do evento. Entre os dias 14 e 19 de outubro, o festival promove debates, exposição de artes, mostra de audiovisual e dois dias de shows. Entre as bandas está a pernambucana Sweet Fanny Adams.
Confira a programação completa.
Sexta – 17/10 - A partir das 19hrs |
| Macaco Bong (MT) |
| Cabaret (RJ) |
| Calistoga (RN) |
| Sem Horas (PB) |
| Camarones Orquesta Guitarrística (RN) |
| Outona (PB) |
Sábado – 18/10 - A partir das 19hrs |
| Cabruêra (PB) |
| Burro Morto (PB) |
| Sweet Fanny Adams (PE) |
| O Garfo (CE) |
| Nublado (PB) |
| Elmo (PB) |
| Cerva Grátis (PB) |
MOSTRA AUDIOVISUAL
A mostra audiovisual exibirá a evolução do rock em João Pessoa, com documentários e videoclipes de bandas locais, com destaque para o lançamento do primeiro videoclipe da banda paraibana Burro Morto, além de exibição de curtas-metragens.
Data: 17 e 18 de outubro Horário: A partir das 20hrs, durante os quatro primeiros intervalos dos shows Local: Galpão 14 (Centro Histórico) Curadoria: Carlos Dowling
OFICINAS
Em parceria com o SEBRAE-PB, o Festival Mundo buscou atender temas diretamente ligados às reais necessidades de quem produz e divulga música, sempre focados na realidade de trabalho local.
Home Studio
Data: 18 e 19 de outubro (sábado e domingo)
Local: Estúdio 24h (Praça Antenor Navarro - Centro Histórico)
Horário: 14h às 18h (carga horária de 8hrs)
Inscrições Gratuitas | 10 vagas
Conteúdo: Oficina musical básica sobre técnicas de gravação, edição e mixagem em um computador pessoal; noções de hardwares e softwares; pré-produção; dicas e truques.
Ministrantes:
Leo Marinho, Ruy Neto e Daniel - Sócios do Estúdio 24 (PB).
Haley - Técnico do Estúdio Peixe-Boi (PB).
(Todos são também músicos e integram a banda Burro Morto - PB).
Produção de videoclipe com baixo orçamento
Data: 14 a 17 de outubro
Local: Ksa Rock (R. Duque de Caxias, nº73, Centro)
Horário: 15h às 19h (carga horária de 12hrs)
Inscrições Gratuitas | 15 vagas
Conteúdo: Estética de som/imagem; edição; manejo de equipamento; como trabalhar com baixos orçamentos e, como resultado, início de produção de um vídeo clipe com a turma.
Ministrante:
Carlos Dowling - Cineasta e Presidente da ABD-PB (Associação Brasileira de Documentaristas).
Atenção - Inscrições para oficinas pelos e-mail festivalmundo@gmail.com até dia 11 de outubro.
EXPOSIÇÃO
Exposição coletiva, com 8 artistas locais, refletindo a produção contemporânea de artes visuais.
Curadoria: Fabio Queiroz
Datas:
Vernissage: 16 de outubro | 16hrs.
Exposição aberta de 16 à 31 de outubro.
Local: Casarão IAB (Centro Histórico)
Horário: das 14 às 18hrs.
Entrada gratuita
DEBATES
Discutir funções, rumos e facilitar a troca de experiências, essenciais para ampliação de visões de mercado. Os debates acontecerão durante toda a tarde de sábado, e terá como publico principal os artistas locais e interessados em produção de música independente.
I- Profissionalização de bandas no mercado independente
Data: 18 de outubro
Local: Intoca (Centro Histórico)
Horário: 14h às 16h
Vagas: 30
Gratuito
Conteúdo: Explanação e debate sobre o mercado independente e suas tendências; dicas de produção e divulgação para bandas novas; circuito de casas de shows e festivais independentes no Brasil; intercâmbio e troca de experiências; caminhos para sobreviver e crescer no independente, tomando como base a experiência da banda Macaco Bong (MT).
Convidados: Bruno Kayapy, Ynaiã Benthroldo e Ney Hugo - Integrantes da banda Macaco Bong (MT) e fazem parte do Instituto Cultural Espaço Cubo, onde são produtores musicais e co-realizadores de eventos e festivais. Também são militantes da Volume (Voluntários da Música).
II- Rock: contracultura e produto de mercado
Data: 18 de outubro
Local: Intoca (Centro Histórico)
Horário: 16h às 18h
Vagas: 30 vagas
Gratuito
Conteúdo: Pontos de vista sobre o que aconteceu efetivamente nos últimos 10 anos e o que há por vir; Rumos da indústria fonográfica e a produção independente deste gênero de música que revolucionou o mundo.
Convidados:
Bruno Nogueira (PE) - Jornalista especializado em crítica cultural e mestre em comunicação social, onde desenvolveu pesquisa sobre indústria fonográfica e internet. Trabalhou na Folha de Pernambuco, Jornal do Comércio e está no Diário de Pernambuco. Colaborou com as revistas Continente Multicultural e Coquetel Molotov e é um dos colaboradores do site RecifeRock. Cobriu alguns dos principais festivais do país. Fez curadoria para o Abril Pro Rock 2008 e para o projeto Pátio do Rock. Foi professor da Faculdade Barros Melo (Aeso). Possui o blog Pop Up! sobre música e cultura pop.
Marcus Alves (PB) - Jornalista, Mestre em Comunicação Social e Doutor em Sociologia. Desenvolveu pesquisas sobre a cultura pop/rock do Brasil nos anos 80. Autor do livro “Cultura rock e arte de massa”. É professor da Faculdade IESP, no curso de publicidade e propaganda. Foi professor do curso de extensão sobre “Pop/rock e a cultura brasileira” na faculdade IESP.
Link Musical - 2 de outubro de 2008
Mudança na programação do Festival Mundo 2008
A organização da quarta edição do Festival Mundo, que acontece em João Pessoa (PB), já divulgou mudanças na programação do evento. A banda paraibana Sem Horas cancelou a apresentação essa semana e a produção do festival já está em processo de escolha de uma nova banda.
Entre os dias 14 e 19 de outubro, o festival promove debates, exposição de artes, mostra de audiovisual, oficinas em parceria com o SEBRAE-PB e dois dias de shows. Entre as bandas está a pernambucana Sweet Fanny Adams. O estado também está representado com a participação do jornalista Bruno Nogueira no debate Rock: contracultura e produto de mercado.
Na mostra audiovisual exibirá a evolução do rock em João Pessoa, com documentários e videoclipes de bandas locais, com destaque para o lançamento do primeiro videoclipe da banda paraibana Burro Morto, além de exibição de curtas-metragens. Os debates acontecerão durante toda a tarde de sábado, e terá como publico principal os artistas locais e interessados em produção de música independente.
Confira a programação completa do Festival Mundo 2008 aqui no Link Musical.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Correio da Paraíba - 2 de outubro de 2008
Star 61 vai pro lugar do Sem Horas
No mais, não ‘tô indo embora e desejo todo o sucesso do planeta a Rayan, Calorina e todos os que fazem o Mundo 2008;


